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Kriola é o novo álbum de Dino D’Santiago

Kriola é o novo álbum de Dino D’Santiago
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Registo foi desvendado em live de Branko no Instragram

Sem que ninguém esperasse, Dino D’Santiago apresentou um novo álbum dia 3 de Abril. Presente num live de Branko, no Instagram, o autor de Mundu Nôbu revelou duas das canções que fazem parte de Kriola, o seu novo longa-duração, que, de imediato, ficou disponível nas plataformas de streaming.

Em Kriola, ao longo de oito canções, Dino D’Santiago volta a trabalhar com parceiros como PEDRO, Branko ou Kalaf Epalanga, mas revela, também, outras colaborações – como Julinho KSD ou Vado MKA.

A crioulização do mundo é um movimento imparável nas sociedades contemporâneas, transportando consigo conflitos, cultura, criatividade, herança e festa. Lisboa reflecte-o. Dino D’Santiago assume tudo isso em Kriola, o seu novo álbum, depois do retumbante sucesso do anterior Mundu Nôbu. Mais uma vez, temos música consciente da sua variedade de raízes, sejam elas cabo-verdianas ou portuguesas, mas de apelo global, activando tanto a preservação de géneros tradicionais como criando novos híbridos modernizados, com o crioulo e a língua portuguesa participando na mesma corrente. Convenhamos, Dino transformou-se num dos artistas de maior impacto em território português nos dois últimos anos. Um verdadeiro embaixador. De Portugal. De Cabo-Verde. De um mundo novo que nasce das mestiçagens culturais. Dino D’Santiago tem uma personalidade onde se vislumbram dois vectores: o cantor de grandes recursos, capaz de incendiar multidões, como se viu do norte a sul de Portugal, e também por essa Europa fora, e também o ser humano com acento no lado humano”, pode ler-se em comunicado de imprensa.

Criado entre Lisboa e Londres, Kriola é um álbum “com canções de voz envolvente, filtros electrónicos e ritmos como o batuque ou o funaná, tanto exteriorizando emoções de celebração da vida, como de recolhimento, em momentos mais virados para o interior. Revelando palpitações de Santiago, em Cabo Verde, de Lisboa, de Londres, Lagos, na Nigéria, ou de Luanda. “A cachupa instrumental”, como diz Dino, “desta vez viajou do batuku ao ozonto, da coladera ao grime, sempre com o tempero final dado pelo funaná que descansa no arriscar de um tarraxo.” É isso. É uma obra com muitas fronteiras, mas sem limites, naquele que é o seu álbum mais completo em termos sonoros mas não só. Já se tinha percebido no anterior trabalho. Ele quer ir além do simples entretenimento. Quer deixar um legado”, pode ainda ler-se. 

Kriola está disponível aqui, em formato digital.  

Foto: David Piedade

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