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Super Bock Super Rock: o que não podes perder

Super Bock Super Rock: o que não podes perder
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A 24ª edição do festival regressa ao Parque das Nações, em Lisboa, entre 19 e 21 de Julho.

 

Além de “Who The F*ck Is Zé Pedro”, o tributo que vai inaugurar o Palco Super Bock no primeiro dia do 24º Super Bock Super Rock, há muitas – e variadas – razões para que, entre 19 e 21 de Julho, todos os caminhos acabem no Parque das Nações. Vão ser quatro palcos, muitas horas de música e diversas estreias imponentes: eis a ementa do que de mais fundamental vai acontecer à beira-rio, numa altura em que a mais nova zona da capital celebra duas décadas de existência.

 

  1. As estreias de Travis Scott e Stormzy

São duas das maiores estrelas dos dois lados do Atlântico: Travis Scott prepara-se, a qualquer momento, para editar o seu novo álbum, Astroworld, que o deverá cimentar como membro da realeza do hip-hop norte-americano. Stormzy – e o seu Gang Signs & Prayers –, por seu lado, já fez História, ao tornar-se o primeiro artista grime a chegar ao #1 do top britânico. Entre o rap e requintados elementos electrónicos, ambos merecem reverência.

 

  1. A confirmação do furacão Sevdaliza

Foi uma das grandes surpresas da mais recente edição do Vodafone Mexefest e regressa a Portugal, pouco mais de seis meses depois, para nova celebração. Nasceu no Irão mas vive na Holanda e traz uma frescura contagiante às sementes clássicas do trip-hop. ISON, o álbum editado em 2017, deverá ser o ponto de partida para o concerto no Palco EDP.

 

  1. A poesia transformada música pelo olhar de Benjamin Clementine

Foi no primeiro ano de Super Bock Super Rock na sua nova morada lisboeta que Benjamin Clementine se estreou em Portugal: de lá para cá, o seu primeiro álbum, At Least For Now, tornou-se sucesso mundial e arrecadou o Prémio Mercury; Clementine viajou pelo planeta e preparou I Tell A Fly, o seu segundo longa-duração, publicado em 2017. Esta é uma poesia que não vive sem a música e uma música que não vive sem uma timidez desarmante e observações acutilantes. O talento de Clementine é proporcional à sua altura.

 

  1. A armada portuguesa

Há um impressionante elenco de nomes portugueses a pisarem os vários palcos do 24º Super Bock Super Rock, de históricos como Pop Dell’Arte a novos vultos como Slow J, passando por Luís Severo, Isaura, Keep Razors Sharp, entre muitos outros.

 

  1. A dança íntima de The xx

Assinaram um dos álbuns de 2017, para o M de Música, e é com I See You que o trio britânico regressa a Lisboa. Ao terceiro disco, os xx encontraram o equilíbrio perfeito entre o espaço e as muitas camadas de sons, entre a propulsão dançável e a intimidade das palavras, entre as tensões da mente e a liberdade do corpo.

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